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Data: 14/08/2012 Hora: 00:00:00
História de Santa Rosa de Viterbo
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Breve Histórico

 

Com pouco mais de 23 mil habitantes, Santa Rosa de Viterbo tem uma qualidade de vida invejável. Santa Rosa tem 1.560 empresas cadastradas que produzem um valor adicionado de R$ 250 milhões ano.
         Tem o maior parque fabril da região: usina de açúcar e álcool, fábrica de ácido cítrico, fábrica de papel e embalagens, fábrica de sabonetes, todas localizadas nas terras da antiga Usina Amália, alem de um comércio local forte. O Distrito Industrial da cidade abriga ainda uma fábrica de brinquedos educativos, uma fábrica de compressores e fábricas de móveis e pequenas funilarias. 98% das ruas são asfaltadas ou têm paralelepípedos, 100% das casas têm rede elétrica, água tratada e rede de esgoto ligada a uma estação de tratamento. Todas as crianças em idade escolar freqüentam a escola. A Santa Casa garante os primeiros atendimentos. A renda per capita média é de R$ 7 mil/ano, uma das maiores da região, e o desemprego é considerado baixo. É a cidade da região com o maior índice de pessoas empregadas. Segundo dados da Secretaria da Fazenda do Estado, o município tem 14.632 pessoas com empregos formais e mais de 2 mil em empregos informais, ou que trabalham fora da cidade.
         Toda essa pujança da cidade começou ainda no tempo do Conde Matarazzo. Sua Usina, a Amália, foi a grande alavancadora do progresso. Do esplendor do império Matarazzo em Santa Rosa resta o antigo palacete. A usina já tem outro nome e outros donos, mas a cana-de-açúcar continua a grande cultura da cidade, empregando cerca de 3.200 pessoas. O plantio de florestas também cresceu e hoje Santa Rosa é uma grande produtora de papel e celulose. Os pomares de laranja também estão se alastrando, assim como o plantio de seringueiras. A vocação agroindustrial tem proporcionado, ao longo dos anos, uma estabilidade econômica singular, que se reflete no fortalecimento do comércio local. 
         A cultura é um capítulo à parte de Santa Rosa de Viterbo. A Banda Filarmônica, integrada por mais de 50 jovens, é o orgulho da cidade. Já conquistou por três vezes o segundo lugar no Concurso Estadual de Bandas do Estado de São Paulo, competindo com músicos profissionais. Os músicos, todos amadores, são formados na Escola Livre de Música “Plácido Bertocco” mantida pela Prefeitura, que fica numa estação restaurada da antiga Companhia Mogiana, hoje denominada Estação Cultural. As aulas são gratuitas e atendem cerca de 200 pessoas com mais de 7 anos. De lá saíram músicos que tocam profissionalmente em orquestras do país e até já gravaram CDs.
         Cidade povoada em sua maioria por mineiros que vieram do Sul de Minas, Santa Rosa de Viterbo mantém viva a tradição das Companhias de Reis, com um encontro anual, que reúne mais de 40 companhias de Reis, no Bosque Municipal. Em Santa Rosa de Viterbo há 3 companhias que ensaiam e se apresentam na Capela dos 3 Reis Magos, construídas pelos foliões e devotos e que é a sede da organização.
         O município se formou à beira do Córrego da Lagoa, em terras doadas por um casal de fazendeiros. Eles ofereceram as terras a Nossa Senhora. Compraram a imagem da Santa de um mascate turco que passava pela cidade e colocaram-na na capela. Quando levaram a imagem para benzer em Cajuru, município vizinho, o padre levou um susto: a imagem era de Santa Rosa de Viterbo e não de Nossa Senhora. Eles tinham sido enganados pelo mascate, que não tendo a imagem de Nossa Senhora entregou a de Santa Rosa mesmo. E assim ficou. Só que a Santa Rosa de Viterbo não é propriamente uma Santa, porque não foi canonizada. Era uma jovem que fazia milagres na Itália e o povo italiano passou a idolatrá-la como Santa.

 

 

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